Pesquisar
Aventura Pesca e Náutica Tiro ao Alvo Vestuario
Seja bem vindo Visitante.    Carrinho de Compras     Login      Cadastro   
3 de Abr 2017
» Legislação e Decreto sobre Armas de pressão.

Os produtos Snake reúnem o que existe de melhor em calçados de aventura.

Dicas para conservação da sua Bota Snake
- Lavar com água
- Não usar sabão
- Secar à sombra em local ventilado
- Secagem forçada pode provocar danos que prejudicam a qualidade do calçado

Cuidados com sua Snake
- Couro: manter o couro sempre bem lubrificado utilizando somente produtos indicados. Caso apresente excesso de suor que chegue a molhar o couro, retirar a palmilha do calçado e passar um pano úmido nas partes úmidas de suor para retirar o excesso de sal, pois o mesmo poderá deixar o couro rígido e com manchas brancas. Para ajudar na impermeabilização do couro, recomendamos o uso de produtos específicos, bem como de reavivadores para mantê-los macios e na cor original, lembrando que com o uso perde-se um pouco da cor original, ficando levemente desbotado.
- Palmilha: após longo uso, tirar a palmilha para sua perfeita secagem.

Assistência técnica
Não se separe da sua companheira de caminhadas! Após o uso prolongado, sua bota apresentará desgaste natural, mas você pode recuperá-la solicitando uma ressola, que é uma revisão completa do solado, entressola, palmilha e emborrachamento. O custo vale a pena e sua velha companheira fica como nova.

Troca de cadarço e palmilha:
Cadarço e palmilhas são componentes que apresentam maior velocidade de desgaste natural e podem ser substituídos conforme o uso do calçado. Poderão ser adquiridos em seu revendedor SNAKE ou diretamente junto à fábrica. Em caso de dúvida, consulte a Assistência técnica.

 

 

Dicas da Curtlo
COMO ESCOLHER SUA MOCHILA
Tire aqui suas dúvidas e saiba que modelo é mais adequado e para qual tipo de uso

 

Qual a capacidade deve ter minha mochila para viagens de fim de semana? E para um trekking na montanha ou Caminho de Santiago de Compostela? Seria grande, pequena ou média? Com ou sem compartimentos? Com porta-garrafinha, local para guardar o sistema de hidratação ou fitas externas para prender casaco e capa de chuva?  Ficou difícil, não?

Calma, essas são algumas questões que surgem quando vamos comprar uma mochila. O principal é saber qual será o uso da mochila para depois entender o que cabe dentro do modelo. Em atividades como trekking, por exemplo, em que a pessoa carrega dia após dia o peso da mochila em suas costas, o peso da mochila não deve ultrapassar mais de 15% de seu peso corporal.

Este é um dos motivos porque primeiro analisamos o uso e depois o que colocamos dentro. Outras características não menos importantes são o uso de porta-garrafinhas laterais, de barrigueiras com bolsos, local interno para acomodar o sistema de hidratação, fitas compressoras, entre outros.

Deve-se pensar o que faz diferença para você durante uma caminhada de um dia, uma travessia de uma semana ou mesmo durante o dia em um centro urbano. Seria um porta-garrafinha para água? Ou uma barrigueira que tivesse bolso para guardar chaves? Esses detalhes fazem diferença quando você precisa de acessos rápidos ou divisórias internas para guardar um saco de dormir, por exemplo.

Tamanho da mochila

O tamanho das mochilas é indicado pela capacidade em litros:

10 a 25 litros - mochilas pequenas, para atividades de um dia, uso diário ou para ir na escola, faculdade e ao trabalho.

30 a 45 litros - mochilas médias, para viagens de fim de semana ou para atividades esportivas que exigem quantidade média de equipamentos.

50 a 90 litros - mochilas cargueiras, para grandes viagens ou atividades com transporte de equipamentos em quantidade.

Fique atento: mochilas grandes demais para pouca carga ou mochilas pequenas para cargas em excesso podem comprometer seu conforto. Pense sempre qual será o uso para não ficar descontente com o tamanho.

Escreva para nós suas dúvidas e sugestões através do e-mail sac@curtlo.com.br.

 

]

COMO CUIDAR DA SUA MOCHILA
Cuidados básicos que fazem seu companheiro fiel durar muito tempo

 

Para muitos aventureiros, a mochila é o principal equipamento para qualquer tipo de viagem, indispensável desde um passeio turístico até uma grande expedição.

Os cuidados com a mochila começam pela escolha do modelo ideal para as práticas que pretende realizar, podendo variar de uma veloz corrida de aventura, uma escalada em granito abrasivo ou mesmo uma longa viagem a pé, de ônibus ou de trem.

Os modelos confeccionados com tecidos leves, como o nylon Ripstop®, são os mais indicados para trilhas abertas, atividades "ligeiras" ou ambientes de pouco atrito, como a neve ou trilhas na praia. Se o seu uso será em atividades com muita abrasão ou para transportar cargas pesadas, os tecidos mais grossos e resistentes, como o Cordura®, provavelmente vão durar mais diante de suas atividades.

Lavando sua mochila

Evite lavar sua mochila para prolongar a sua vida útil. Caso seja necessário, lave-a conforme as recomendações de seu fabricante e de acordo com seus materiais. Por exemplo, tecidos grossos e peças duras e resistentes podem ser esfregados com uma escova de cerdas duras. Já os produtos mais leves ou técnicos devem ser esfregados com uma esponja ou, se realmente preciso, com uma escova de cerdas macias.

De modo geral, lave a mão, com água fria e deixe secar à sombra. Evite usar sabão, mas se for necessário, use do tipo neutro e enxágüe bem para assegurar a remoção de todo produto. Jamais use alvejante ou lave a seco ou na máquina de lavar, a não ser que orientado pelo fabricante.

 

Deixar a mochila de molho pode remover a resina interna de algumas mochilas. Portanto esta camada impermeabilizante deve ser limpa apenas com um pano úmido.

 

Os raios ultravioletas enfraquecem as fibras sintéticas do produto, mas após a secagem à sombra, deixe ao menos por uns 20 minutos ao sol para assegurar a completa evaporação da umidade. Cuidado com secadoras, que também podem danificar a impermeabilização do produto.

 

A cada uso, se a mochila não estiver muito suja, limpe-a com uma escovinha seca ou um pano úmido, deixando-a secar à sombra depois. Limpe todos os compartimentos por completo, removendo qualquer resíduo (alimento, areia, terra, etc).

 

Caso precise remover uma mancha, faça primeiro um teste com um tira-manchas em uma área pouco visível, antes de aplicar no restante. Enxágüe bem depois.

 

Como guardar a mochila

 

Guarde sua mochila sempre limpa e em local seco, arejado e protegido de fontes de luz e calor, para evitar a deteriorização das fibras e a proliferação de fungos e bactérias. Caso encontre mofo em sua mochila, lave-a imediatamente e passe no tecido uma solução feita com um copo de suco de limão, um de sal e três litros de água quente (máximo 30ºC). Use uma esponja e, sem enxaguar, deixe-a secar na sombra.

 

Cuidados especiais

 

Sempre levante sua mochila pelas alças principais, de preferência pelas duas ao mesmo tempo, principalmente se ela estiver pesada, para poupar a costura das áreas menos reforçadas. Aprenda também a regular a sua mochila adequadamente para não forçar as fitas de compressão e demais regulagens, evitando estresse desnecessário nas costuras e nos zíperes. Veja o manual do fabricante ou converse com o vendedor de sua preferência.

 

Tenha um cuidado especial com os zíperes, um dos primeiros componentes a falhar nas mochilas. Mantenha-os sempre limpos e longe da sujeira. Quando preciso, lubrifique-os com parafina ou silicone (em pasta ou líquido), principalmente após viagens ao litoral, para a remoção completa da areia e do sal proveniente da maresia, capazes de corroer os cursores e destruir alguns modelos de zíperes.

 

Atenção com os silicones automotivos, que são pouco espessos e que podem conter corantes e derivados de petróleo, capazes de danificar os zíperes e os tecidos. Respeite também a capacidade (em litros) de sua mochila carregando apenas o peso ou volume que ela suporta, para não forçar desnecessariamente as costuras, os zíperes e os seus tecidos.

 

Preservando a mochila

 

Montar a sua mochila pode ser uma arte, que além de ajudá-lo a reduzir o peso a ser transportado por meio de uma boa seleção da carga, também aumentará a vida útil de seu produto. Ao levar menos peso e de forma organizada - sem objetos pontiagudos forçando o tecido, por exemplo - reduz-se em muito o estresse em vários pontos da mochila.

 

Use sempre que preciso capas protetoras que, além da chuva, protegem sua mochila de possíveis rasgos e da sujeira, em trilhas muito estreitas e acidentadas.

 

Embale bem a água e os alimentos para que não vazem em sua mochila, sempre em sacos plásticos e em posições que reduzam o risco de vazamentos. Troque as embalagens de vidro por outras mais leves e resistentes. Tome cuidado também ao transportar combustível, pois como a grande maioria dos químicos e derivados de petróleo (gasolina, óleo diesel, etc), podem danificar severamente a sua mochila.

 

Ao final de cada viagem, revise as costuras, os zíperes e demais componentes de sua mochila para evitar surpresas na véspera do próximo uso. Caso não consiga remover manchas ou precise fazer algum reparo, não improvise nem confie na costureira da esquina. Acione a garantia ou envie o produto para os serviços especializados do fabricante.

 

Seguindo estes cuidados básicos, sua mochila poderá durar muitos e muitos anos de grandes aventuras.

 

ARRUMANDO SUA MOCHILA
Detalhes são importantes para você se achar na sua mochila quando a viagem começar

 

Não se desespere. :)

A mochila é sua grande aliada na aventura com conforto. O grande segredo é organizar e pensar antes de colocar seus pertences dentro da mochila.

Se o volume de roupas e grande separe e classifique as peças antes de tudo. Roupas de baixo, camisas, calças, meias. Cada tipo de roupa deve entrar em conjunto para facilitar a localização e a acomodação.

Enrole as peças de roupa separadamente evitando que elas amassem desnecessariamente dentro de sua mochila. Enrolar suas roupas também facilitará na economia e distribuição do espaço interno.

Colocar peças menores como meias e roupa íntima em pequenos sacos de plástico ou de pano ajuda a organizar e evitar que elas se espalhem pela mochila.

Saco de dormir? Se você está levando um ele deve ser o primeiro a entrar no fundo da mochila. Se sua mochila possui compartimento separado para o saco de dormir ao fundo será mais fácil manuseá-lo. Mesmo sendo sua mochila siliconada e a resistente a chuva e umidade, vale a pena proteger o saco de dormir com uma capa apropriada ou um pano grosso. Aproveite os espaços que sobram ao redor!

Preencha a parte média da mochila, logo após o saco de dormir com suas roupas. Primeiro as peças maiores, calças, camisas de frio, camisetas, etc. Procure ocupar todos os espaços. Seus recipientes de meias e roupas íntimas podem ser úteis nas laterais para acomodar as outras peças do seu vestuário.

Equipamentos de cozinha, escalada, rádios de comunicação, etc devem vir por cima, logo depois das roupas. Ao contrário do que muitos pensam, as peças mais pesadas de sua aventura devem ser colocadas por cima, junto a suas costas, ajudando no ajuste do centro de gravidade de sua mochila.

Comida e seu anorak devem ficar por cima, a fome e a chuva podem surgir quando você menos espera. Bom estar preparado.

 

DISTRIBUIÇÃO DO PESO NA MOCHILA
Para cada tipo de atividade e terreno, o centro do peso da mochila deve mudar. Entenda por que.

 

O bom equilíbrio da mochila nas costas é fundamental para o conforto e desempenho do usuário.

Em caminhadas leves

Terrenos suaves e descampados, você deve colocar o material pesado o mais alto possível e perto das costas, de forma a manter o centro de gravidade da carga na altura dos ombros.

Em caminhadas médias

Terrenos acidentados, trilhas na mata e escaladas, são situações que exigem passos altos, pulos, agachamentos e movimentos laterais. O centro de gravidade deve ser baixado para o meio da mochila e próximo às costas. Desta forma, o material pesado fica no centro e próximo ao corpo.

Em caminhadas pesadas

 Terrenos muito acidentados, mata fechada e grandes cargas são sinônimos de expedição ou travessia. Deve-se colocar o equipamento pesado no fundo da mochila, o que permite maior liberdade de movimentos e, consequentemente, menor desgaste físico durante a jornada.

 

AJUSTANDO SUA MOCHILA
Aqui você vai entender porque tantas fitas, alças e fechos prendedores em seu equipamento: conforto e estabilidade

 

Sua mochila está montada, com tudo o que você precisa dentro. Agora é só colocar nas costas e pegar a estrada. Certo? Quase. Tão importante quanto saber arrumar a sua mochila por dentro e ajustar ela ao seu corpo.

Mochilas CURTLO possuem várias possibilidades de regulagens dependendo do modelo. Quanto melhor você conhecer e souber regular o equipamento para você mais conforto terá em sua aventura.

Antes de regular pela primeira vez sua mochila é preciso que ela esteja carregada. Com a mochila cheia o primeiro passo é cuidar da regulagem dorsal, a única que é permanente. Ela deve ser feita de acordo com o tamanho de seu tronco. Peça ajuda a um amigo para orientar a posição da mochila junto a suas costas.

Ponto fundamental no seu conforto é a regulagem da barrigueira, que como o nome sugere é o apoio da mochila que envolve sua barriga. Ele é o principal responsável pela estabilidade da sua mochila junto a sua região lombar, transferindo o peso da mochila para os seus quadris. Durante longas caminhadas fique atento para reajustar a barrigueira.

Outro ponto tão fundamental como a barrigueira são as duas alças principais que envolvem seus ombros. Por onde você "veste" sua mochila. Procure ajustá-la deixando a mochila sempre firme junto as suas costas. Antes de sua caminhar ter inicio você pode achar que uma certa folga nas alças deixa a mochila mais confortável. Não se engane. Ela tem que estar firme e estável em equilíbrio com a barrigueira.

Com as alças firmes, ajuste o estabilizador peitoral da sua mochila. Ele fará com que sua mochila fique ainda mais firme durante a caminhada, combatendo a tendência que a mochila, principalmente as mais pesadas, têm de cair para trás. Muitos preferem ignorar o estabilizador peitoral achando que a regulagem da barrigueira é o suficiente. Não se engane. Bem ajustado a seu corpo, o estabilizador peitoral fará diferença significativa em seu conforto.

Boas aventuras!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Como escolher a roupa certa para sua atividade
     
 

As roupas que você leva em uma viagem devem atender a duas necessidades básicas:

1 - proteger você de elementos naturais tais como chuva, neve, vento e sol; e

2 - manter você confortável durante as diferentes atividades e condições climáticas.

Para garantir sua segurança e bem-estar, a melhor maneira de escolher o vestuário é criando um sistema de camadas com produtos funcionais, leves e compactos. Sua combinação pode facilmente adequar-se a diferentes viagens e condições climáticas.

 

 
A MOCHILA IDEAL
Antes de escolher a sua mochila, atente para algumas informções
• Se você pratica mountain bike ou speed, escolha mochilas de hidratação, que apresentam perfil afinado. Elas são estáveis, ajustam-se perfeitamente ao dorso e ainda permitem boa respirabilidade no painel das costas.

• Se você quer fazer trilhas ou percursos mais longos, prefira mochilas expansíveis, que podem ter sua capacidade ampliada.

• Para praticar corridas de aventura, escolha mochilas leves, resistentes e com drenos, que possibilitam escoamento da água. É importante que possuam sistemas de hidratação.

• As mochilas com capacidade até 32 litros (mochilas de ataque ou daypacks) são mais leves do que as cargueiras e, portanto, são perfeitas para você usar em suas viagens de um dia ou mesmo
na cidade.

• A escolha de uma mochila cargueira (mochilas com capacidade acima de 40 litros) não somente deve ser baseada no tipo de uso que se pretender dar (excursionismo, trekking, escalada, etc.) mas também no sexo, porte físico e peso que a pessoa pode transportar. De modo geral, é mais sensato escolher uma mochila que a longo prazo acabe não se revelando limitada demais.

• Se você pretende viajar de trem, ônibus ou avião, escolha as mochilas conversíveis em mala, com daypack removível. Você poderá converter sua mochila em mala, despachando-a com total segurança e ainda poderá levar a daypack a bordo.

 

EVITANDO LESÕES NA AVENTURA
Por Simone Kurotusche
INTRODUÇÃO

Uma das coisas mais importantes para se viver uma boa aventura é evitar lesões. Machucar-se, além de causar transtornos e exigir ações de primeiros socorros, pode fazer com que o aventureiro de primeira viagem passe a ter uma visão pejorativa dos esportes praticados em contato com a natureza. A idéia de que as pessoas que praticam atividades outdoor são verdadeiros suicidas é enganosa: são pessoas que adoram a vida e querem aproveitá-la muito bem. Por isso, é tão importante a prevenção de lesões.

Em primeiro lugar, é necessário que a pessoa que vai praticar uma atividade em ambientes naturais observe seus hábitos e modifique, se necessário, algumas coisas no seu estilo de vida. Praticar algum exercício regularmente, alimentar-se de forma mais saudável e variada, evitar estimulantes como cafeína, álcool e outras drogas, são atitudes que ajudam a evitar lesões durante o esforço físico e outros problemas de saúde mais sérios.

Evite ingerir bebidas alcóolicas antes de partir para a sua aventura. O álcool desidrata o organismo, acelera o desgaste físico, altera a regulação da temperatura corporal e em maiores doses provoca alterações mentais que afetam a concentração e o julgamento, o que pode causar não só lesões, como acidentes graves.

Uma boa hidratação é fundamental para qualquer atividade física e essencial para uma vida saudável. Humildade e segurança - Durante a prática esportiva, não basta apenas um corpo saudável. É fundamental ter uma atitude saudável, respeitando os procedimentos de segurança, o meio ambiente, os outros e a própria vida.

Mesmo pessoas experientes, acostumadas a atividades de aventura, devem respeitar todas as regras com atenção, para não correr riscos desnecessários . Dentes quebrados e batidas na boca, por exemplo, são lesões comuns no rafting, causadas por acidentes com remo. É fácil evitar esse tipo de acidente prestando atenção às instruções dadas antes da descida. Técnica, postura e movimento correto, não devem ser vistos como acessórios.

São procedimentos fundamentais para evitar lesões, desde as mais simples, como torções e arranhões, até as mais sérias que podem levar à morte. Agir sempre como iniciante, prestando atenção aos detalhes, é uma boa dica. A outra, para quem está realmente começando, é ter o cuidado de procurar empresas e instituições idôneas para captar informações. Nas instituições (clubes, associações, etc.) a preocupação com a segurança e o respeito aos praticantes ajudarão você a entender quais são os procedimentos corretos e quais devem ser evitados.

AQUECIMENTO, ALOGAMENTO E CUIDADO COM OS PÉS

Aquecimento antes e alongamento/esfriamento depois da atividade física ajudam a prevenir lesões. Porém, nem todos os praticantes dessas atividades têm o hábito de dedicar algum tempo a estes cuidados fundamentais. As conseqüências, principalmente em ambientes naturais, onde o esforço físico é geralmente extenuante, podem ser muito ruins.

No aquecimento devem ser adotadas as mesmas posturas que são utilizadas para alongar os músculos. O que muda é o tempo que você permanece na posição: quanto mais tempo, maior o relaxamento. Por isso, não permaneça mais que trinta segundos na mesma postura, pois a partir desse tempo ao invés de deixar o músculo alerta para atividade, você provocará um relaxamento que poderá prejudicar o rendimento do mesmo.

Cuidados com os pés - Uma das lesões mais comuns durante a prática dos esportes de aventura é a torção. Além dela, as bolhas nos pés também costumam prejudicar bastante os aventureiros. Pode parecer pouco, mas caminhar quilômetros tendo de agüentar a dor provocada por uma bolha pode transformar um passeio, que deveria ser prazeroso, em um verdadeiro martírio. Por isso, o cuidado com os pés é muito importante na prevenção de lesões. Deve-se, em primeiro lugar, prestar atenção na escolha do calçado, que precisa ser adequado à prática esportiva. Também escolha meias corretas e nunca esqueça de levar algumas a mais. Um tênis seco, de reserva, também ajuda. Pés úmidos ficam com a pele mais frágil, facilitando processo de formação de bolhas e feridas. A dor provocada pode tirar a concentração, provocando quedas e outros acidentes. O cuidado com os pés deve ser intenso: sempre que puder, passe cremes, hidrate-o e proteja-o da umidade. Pode parecer frescura, mas fará uma grande diferença. Você se sentirá mais feliz e confortável, aproveitará melhor e evitará uma série de lesões.

DIFICULDADES DO AMBIENTE

Muitas das dicas dadas até agora referem-se a cuidados que devem ser tomados em qualquer atividade física. Nos esportes de aventura, porém, é necessário atentar para algo muito importante: o ambiente.

Em primeiro lugar, os ambientes inóspitos onde acontecem a maioria das aventuras, costumam ter grandes variações de temperatura. Esse fato pode acarretar problemas fisiológicos, como hipotermia ( rebaixamento perigoso da temperatura corporal ) ou hipertermia (elevação da temperatura corporal ). Para evitar estes problemas , mais uma vez entra a questão do planejamento correto (que alimentos levar? Haverá água no caminho? É necessário levar um fogareiro?) Não esquecer que a roupa adequada fará muita diferença numa aventura ao ar livre. Roupas leves, que permitam a transpiração e evaporação do suor, ajudam a regular a temperatura do corpo e tornam a atividade menos desgastante.

Lembre-se de que num mesmo dia, em uma mesma região, a temperatura pode atingir extremos de frio e calor. Por isso, sempre leve roupas adequadas às variações térmicas do local. Mangas longas e calças compridas são recomendáveis para incursões no mato, principalmente para pessoas de pele sensível e alégicas. Evitam arranhões, picada de insetos, acidentes ofídicos e queimaduras solares.

Nunca se esqueça também dos equipamentos. Cheque-os um a um antes de sair de casa. Converse com seus companheiros de aventura para saber se eles também estão devidamente equipados.

E NUNCA SE AVENTURE SOZINHO.

Simone Kurotusche, colaboradora Webventure, é médica do esporte e consultora em segurança e emergências em atividades outdoor. É uma das médicas responsáveis pela Laborativ (agência de treinamento ligada ao National Safety Council, instituição norte-americana, líder mundial em educação e treinamentos em emergências médicas e segurança)
www.webventure.com.br
Simone Kurotusche

 

 

TECNOLOGIA AVANÇADA DOS TECIDOS E TIPOS DE VESTIMENTAS
A tecnologia possibilitou criar uma infinidade de novas fibras sintéticas que incorporam características interessantes para determinadas situações de uso.
As fibras têxteis e o processo de tecelagem não eram considerados um assunto determinante no rendimento esportivo até algumas décadas atrás. O algodão era algodão, a seda era seda e o poliéster era poliéster.

No entanto hoje as fibras têxteis e a tecelagem são determinantes para fabricação de roupas não apenas adequadas a cada tipo de situação e uso, mas também para estabelecer novos padrões de eficiência esportiva.

Por um lado a tecnologia possibilitou criar uma infinidade de novas fibras sintéticas que incorporam características interessantes para determinadas situações de uso. Por outro, a tecelagem que consegue criar tecidos de densidade e textura diferenciada, até com uma mistura de fibras que resultam em produtos finais com propriedades próprias como otimização de evaporação do suor, resistência mecânica superior, remoção e transporte de umidade (suor), propriedade antibiótica, etc.


TECIDOS


FIBRAS PARA CONFECÇÃO E ISOLAMENTO TÉRMICO

Existem hoje inúmeros produtos e patentes em termos de fibras têxteis e de isolamento térmico no mercado, compondo uma gama muito grande de produtos de uso esportivo. Todas as fibras podem ser englobadas em dois grandes grupos de materiais: Naturais e sintéticos.

As fibras naturais vêm sendo utilizadas pelo homem desde os tempos remotos e algumas delas não só resistem até hoje, mas tudo indica que continuarão saudáveis no mercado. As fibras sintéticas são resultados de criações tecnológicas e vem evoluindo com o decorrer do tempo.

Ironicamente a tecnologia tem, na maioria dos casos, corrido atrás de algumas características das fibras naturais. Ainda que o homem tenha conseguido criar fibras mais eficientes em vários aspectos, existem ainda características que a tecnologia tem encontrado dificuldade em superar. A sensação ao toque é um desses adjetivos.

As fibras naturais apresentam características inerentes ao produto, que se interessante for podem até ser potencializados ou reprimidos com o emprego da tecnologia, mas elas não podem ser alteradas na essência. Por outro lado às fibras sintéticas podem ser desenvolvidos a partir de um ideal, adequando-as ao uso que se queira fazer.


FIBRAS NATURAIS

ALGODÃO:
fibra natural relativamente leve, com grande capacidade de absorção de umidade, poder de ventilação, fácil lavagem e biodegradável. Ainda é considerado um dos melhores produtos quando se trata de sensação ao toque e é muito confortável no seu estado seco. Se encharcado demora bastante para secar.

SEDA:
fibra natural produzida pelas lagartas de seda. É muito suave, macio e absorve bem a umidade. Possui alta resistência mecânica à força tracional e tem uma característica natural de retenção térmica transmitindo muito pouco calor.

LÃ:
fibra natural tradicionalmente utilizado para confecção de roupas para frio. Já chegou no topo das grandes montanhas do mundo incluindo o Everest e também esteve presente nas regiões polares. Hoje a sua utilização está menos abrangente, mas mesmo assim possui uma importância fundamental no mercado de confecção. A fibra de lã é o resultado do conjunto de milhões de micro-molas espiralados que podem esticar durante o uso, mas com capacidade de retornar a sua forma original e isso confere ao produto acabado a capacidade de recuperar a forma original mesmo após o uso em condições de deformação. Devido às suas características a fibra pode ser tecida em fios de diâmetro muito superior ao normalmente utilizados para confecção e isso possibilita a fabricação de roupas com diferente grau de isolamento (ou retenção de calor). A lã consegue absorver umidade até cerca de 30% do seu peso original antes de transmitir a sensação de encharcamento, o que garante o conforto mesmo em atividades mais esportivas. As roupas de lã mais grosseiras podem criar a sensação de pinicar a pele, se utilizadas em contato direto com a mesma. Este problema normalmente não ocorre com as lãs mais finas.

DUVET OU DOWN:
Duvet não é uma fibra e sim um tipo específico de pena (sub-pena) de ganso. A sua capacidade de isolamento térmico e compressibilidade é insuperável, além de possuir um tato extremamente agradável. Se bem cuidado pode durar mais de 10 anos. A sua qualidade é medida em fill-power, que representa o volume em polegada cúbica que uma onça de duvet ocupa quando deixado livre de compressão por 24 horas. É utilizado em roupas e sacos de dormir para frio e a qualidade dos produtos pode variar de 500 a 900 fill-power. Perde todas as características se for encharcado. Sua secagem exige cuidados especiais.



FIBRAS SINTÉTICAS

ACRÍLICO (ACRYLIC COUNCIL):
fibra sintética macia e leve que proporciona uma eficiência térmica muito boa. É durável e consegue reter tintura de cores mais vivas do que as fibras naturais. Existem diferentes variações do produto:

1- Lumiza (Kanebo, Ltd): Uma das únicas fibras têxteis de acrílico com capacidade de retenção de umidade. Possui microporos dispostos aleatoriamente no decorrer da fibra o que confere a capacidade de absorção e transporte de umidade por capilaridade e posterior evaporação. Os microporos proporcionam também leveza, maciez e isolamento térmico. É um produto de secagem rápida e o tecido resultante normalmente possui uma certa compressibilidade e boa ventilação.

2- Outlast (Outlast Technologies, Inc): Esta é uma fibra definida como material micro-termal. Ela tem capacidade de absorver, armazenar, distribuir e dissipar o calor de forma controlada. É normalmente utilizada em meias para produzir produtos que conseguem distribuir calor de forma a manter a temperatura confortável integralmente no conjunto evitando pontos de extremos (tanto quente quanto frio).

3- Duraspun (Solutia, Inc.): Fibra acrílica de alto volume com muita maciez e capacidade de transmissão térmica. No frio consegue manter um bom isolamento e no calor consegue ser relativamente fresco e confortável evaporando bem a umidade.

NYLON (OU POLIAMIDA):
é uma fibra muito forte, versátil e resistente. É utilizado para confecção de cordas de escalada e de resgate, para tecidos para produtos como mochilas e barracas e também para tecidos para roupas normalmente na forma de microfibra. O nylon pode também ser utilizadas juntamente (misturado) com outros produtos visando o incremento de resistência no tecido acabado. Existem diferentes tecidos de nylon resultantes de tecnologias distintas como Cordura, Taslan (existe também poliéster Taslan), Tactel, Taffeta, etc. É também empregado conjuntamente com outras fibras em tecidos especiais como Schoeller Dynamic e na superfície externa do conceituado Polartec Powerstretch.

POLIÉSTER:
fibra hidrofóbica (pouca afinidade com água) bastante durável e com capacidade de retenção de tintura que permite criar produtos de cores muito vivas. A superfície da fibra de poliéster cria um ambiente não propício para os microorganismos o que confere ao produto uma característica antibiótica inerente. Existem diferentes variações no mercado. Entre outros:

1- Coolmax (DuPont): Fibra sintética de alta performance com 4 canaletas na sua superfície, foi desenvolvida para transporte eficiente da umidade e rápida evaporação. É um produto muito bom para absorção, transporte e evaporação de umidade.

2- Thermolite (DuPont): Fibra leve que combine polímero termicamente eficiente com microfibra oca que esquenta rapidamente e retém o calor. Normalmente resulta em tecidos bem ventilados que retiram a umidade em contato com a pele, evaporando-a em seguida.

3- Thermax (DuPont): Fibra oca que retém temperatura e que resulta em tecidos com boa capacidade de ventilação. Normalmente é tecida de forma a remover a umidade da face interna para a externa, onde é evaporada.

4- Hollofill (DuPont): Fibra oca que consegue aprisionar o ar aquecido e absorver umidade por ação capilar. A temperatura do sistema evapora naturalmente a unidade e dissipa para fora do sistema. Utilizado para isolamento térmico de sacos de dormir ou tecido em juntamente com outras fibras para outras utilizações (como meias).

5- Quallofill: Fibra fina com 4 canais internos, tem uma boa capacidade de isolação térmica e é muito macia. É normalmente utilizado para forração de saco de dormir e roupas para frio.

6- Polarguard: Fibra contínua e oca (existem variações como 3D e Delta – 10% mais leve) utilizada como material de preenchimento de saco de dormir e roupas para frio. A estrutura tubular torna o produto leve e compressível e é uma das fibras sintéticas com melhor resistência contra deformação permanente. Mantém as características mesmo molhada.

7- Primaloft: PrimaLoft PL ONE foi desenvolvido para força armada norte americana e é única microfibra sintética que consegue se aproximar do Duvet em termos de eficiência em isolamento térmico com mesmo peso e densidade.

POLIPROPILENO:
o seu uso já foi mais intenso, mas perdeu terreno para outros produtos. É uma fibra hidro-repelente que não aceita umidade. Funciona muito bem quando utilizado em conjunto com nível externo absorvente para manter o corpo seco. Produtos como Olefina é empregada na fabricação de meias aonde normalmente já vem associada ao nível externo absorvente. É o mais leve de todas as fibras sintéticas, mas possui baixo ponto de fusão. Pode estragar se secado na máquina de ar quente.

Observações
Unidade Danier: existe uma medida (peso) padrão para fibras sintéticas conhecido como Danier, onde a sua unidade equivale a peso de 1 g a cada 9.000 metros de fibra. Por exemplo, TXN 500 - fio de nylon de 500 unidades Danier de peso e com acabamento texturizado. Um tecido de nylon pesado pode utilizar fios que supera o peso de 1.000 Danier, enquanto os leves podem ter menos de 20.

Siglas: algumas siglas para tecidos sintéticos “puros”:
TXN – Nylon texturizado
DPN – Dot Point Nylon
DSN – Nylon Ripstop de padrão diamante
RSN – Nylon Ripstop
2RN – Nylon Double Ripstop
TXP – Poliéster Texturizado
SRP – Poliéster Ripstop

MICROFIBRAS:
ao contrário do que muitos pensam, microfibra não é um único produto. Existe no mercado uma gama de produtos denominadas microfibras, que como o próprio nome sugere, são fibras têxteis finos que possibilita a fabricação de tecidos mais macios ao toque, que secam rápido, bastante transpiráveis e de diferentes tipos de trama (incluindo produtos resistentes contra vento). Isso faz dos produtos confeccionados em microfibra ideais para atividades esportivas em condição seca. Isso não significa que não possam ser utilizadas sob chuva ou para esportes aquáticos, mas as vantagens, nestes casos, diminuem. Existem muitos produtos de microfibra principalmente de poliéster e nylon no mercado.



FLEECE PILE

É denominado fleece pile uma categoria de tecidos com um tipo de construção definida, largamente utilizada para criar camada de isolamento térmico para atividades em ambiente natural, esportiva ou não.

O desenvolvimento dessa categoria de produto levou a diversificação e atualmente são tantas opções disponíveis que o termo fleece acabou ficando mais vago do que algumas categorias clássicas como lã. O lado bom disso tudo é o fato de hoje existir tecidos dessa categoria especificamente desenvolvida para todo tipo de uso. Para se ter uma idéia, muitos bichinhos de pelúcia são confeccionados em fleece.

Existem vários fabricantes de fleece no mundo. Provavelmente o mais conhecido para esportes ao ar livre é a série Polartec da Malden Mills. No entanto existem uma infinidade de similares mesmo de fabricação nacional. Independente do fabricante ou da procedência todos os fleeces possuem alguns adjetivo em comum:

1- Normalmente tem como matéria prima básica fibras de poliéster.
2- São tecidos leves se considerar a espessura.
3- Não retém umidade e secam relativamente rápido.
4- Não impedem o fluxo de ar, exceto os ditos windproofs (Wind Bloc, Windstopper e afins).
5- Não requer cuidados especiais para limpeza.
6- Tendem a formar bolinhas de fibras com o uso, pelo menos em uma das faces.


COMO ESCOLHER UM FLEECE PARA VOCÊ

Como existem muitos produtos diferentes no mercado você deve tomar cuidado para não fazer uma compra inadequada para o seu fim. Na hora da escolha deve-se considerar alguns parâmetros.

1- Gramatura: Assim como qualquer outro tecido, existem fleeces de diferente gramatura. O volume e o peso do produto são diretamente proporcionais à gramatura e as roupas para atividades esportivas aeróbicas normalmente limitam este parâmetro em torno da equivalência ao Polartec 200. As roupas casuais, por vezes utilizam tecidos mais pesados.

2- Fluxo de ar e transpirabilidade: Esta característica depende de quão fechada ou aberta são as tramas do tecido. Existem também produtos que utilizam tecnologia que os torna virtualmente à prova de vento (Windstopper da Gore e Wind Bloc da Malden Mills). Se você for utilizar a roupa para atividades aeróbicas como corrida ou mountainbike provavelmente seria melhor ter um modelo leve, bem ventilado, que não esquenta tanto durante a atividade, seca bem o suor e serve de abrigo quando você parar. Se a sua atividade for de baixa intensidade talvez seja melhor optar por algo mais pesado ou que tenha trama do tecido mais fechado.

3- Compressibilidade: Independentemente do peso, muitas vezes o volume é um fator limitante na sua mochila. Um produto bem compressível é mais fácil de ajeitar na sua bagagem. O fato de ser compressível significa que o material, em termos relativos tem uma boa relação volume/capacidade de isolação térmica.

4- Elasticidade: O tecido mais elástico permite fabricar roupas mais justas ao corpo, o que os torna mais leves e menos volumosos. Além do mais as roupas mais justas confeccionadas com tecido elástico tende a formar menos dobras nas articulações. Isso permite criar um conjunto de roupas com corte mais técnico e que minimize o problema de fuga de ar quente por bombeamento com a movimentação.

5- Textura: Os tecidos mais macios são mais confortáveis. Os tecidos mais felpudos ao toque tendem a formar mais dobras nas articulações do que os mais lisos. Os tecidos mais fofos tendem a deixar passar mais ar do que os mais densos. Todas estas características podem tanto ser qualidade quanto deficiência dependendo do seu objetivo.



TENDO-SE OS PARÂMETROS PARA O TECIDO VOCÊ DEVE TAMBÉM ATENTAR PARA CARACTERÍSTICAS DA ROUPA EM QUESTÃO.

1- PULÔVER (PULLON): Os modelos tipo pulôver com zíper até o meio do peito normalmente são produtos confeccionados em tecidos de gramatura baixa a mediana. Este tipo de corte permite formatar produtos relativamente mais leves e se a trama for aberta são ótimas para atividades aeróbicas como corridas, mountainbike e mesmo caminhada pesada. O fato de não abrir toda a frente não prejudica a versatilidade desde que a trama do tecido permita uma boa ventilação e não retenha a umidade. São ideais para uso esportivo em ambientes não gelados ou como roupas complementares em frio.

2- JAQUETAS: Abertura total na frente torna o produto um pouco mais casual, mas isso não significa que não existam alpinistas profissionais utilizando jaquetas para projetos de grande porte. Em ambientes gelados normalmente utilizam-se as jaquetas pois a gramatura necessária para esse tipo de atividade acaba neste grupo de produto.

3- VENTILAÇÃO: A maioria dos fleeces tem uma boa capacidade de ventilação. Obviamente os produtos com trama mais aberta ventilam mais do que as fechada. Uma atenção deve ser dada para os produtos confeccionados com tecidos à prova de vento (Windbloc, WindStopper, etc) pois caso queira utilizar produtos desse grupo para atividades esportivas estes necessitam de abertura axial ou painéis de ventilação.

4- CORTE: Existem roupas desenhadas para diferentes fins. Num extremo está o uso esportivo e profissional. Noutro está o uso puramente casual. As roupas desenhadas para alpinistas tende a ser diferentes dos que foram desenvolvidas para corredores de trilha. Também devemos considerar que nos países temperados os trabalhadores (pescadores, carpinteiros, carteiros, operários entre outros) usam este tipo de roupa. Então existem produtos para todos os fins. Defina o seu.

5- COMPOSIÇÃO: Uma roupa não precisa ser integralmente confeccionada com um único tecido ou tipo de fleece. Pode haver uma composição de diferentes produtos (mesmo dentro de uma mesma categoria) para otimizar os adjetivos desejáveis. Isso possibilita a confecção de roupas que apresentem áreas de características definidas como pontos de retenção térmica, ventilação, evaporação, etc. Existe também a tecnologia que possibilita formatar essas zonas de funções no mesmo tecido sem a necessidade de costurar diferentes produtos.

- POLARTEC: Série de fleeces produzida pela Malden Mills.
- WINDBLOC: Fleece a prova de vento da Malden Mills. Retém muito mais calor.
- WINDSTOPPER: Fleece a prova de vento da GORE.
- POLARTEC WIND PRO: Fleece Polartec que oferece resistência superior em cerca de 4 vezes em termos de capacidade de ventilação. A retenção de calor é inferior aos materiais a prova de vento.
- POLARTEC 100: Não é um produto específico e sim qualquer fleece da Malden Mills que enquadre na referida gramatura (leve). Idem para 200, 300, etc.
- POLARTEC THERMAL PRO E POLARTEC REGULATOR: Dos mais compressíveis dos fleeces Polartec, portanto também são aqueles que têm a melhor eficiência térmica em regime de confinamento (em termos relativos com relação ao peso).
- POLARTEC POWERSTRETCH: Fleece de alta elasticidade multidirecional e com superfície externa mais lisa do que o padrão normal (as fibras têxteis que compõem a parte externa do tecido é nylon) é utilizado normalmente para roupas técnicas para uso atlético.
- ALEUTIAN FLEECE (OU PILE): Define uma gama de tecidos desenvolvidos para diferentes níveis de otimização térmica resultados de trabalho conjunto entre LOWE ALPINE e Malden Mills.


TECIDO BASE

Estamos chamando genericamente de tecido base o tecido com o qual se confecciona as roupas de uso esportivo que fica em contato direto com a pele do usuário.

É importante lembrar que uso esportivo significa situaç&otil


Legislação e Decreto sobre Armas de pressão.
3 de Abr 2017 às 14:49
 

Legislação para armas de Ar Comprimido no Brasil

Idade: É necessário ter no mínimo 18 anos para comprar uma arma de ar comprimido no Brasil, mas menores de 18 anos poderão comprar armas acompanhados de seu pai, ou outro maior responsável.

Documentação: Não é necessário nenhum tipo de documentação para adquirir e/ou transportar armas de Ar Comprimido no Brasil.

Calibre: Pode-se ter qualquer arma cujo calibre não ultrapasse 6mm, portanto, o calibre 6,35mm (.25) está proibido , assim, o maior calibre que se pode ter no Brasil é o 5,5.

Armas de CO2: É praticamente impossível adquirir uma pistola ou revólver de CO2 no Brasil, não há restrições às armas de CO2 propriamente ditas, as restrições se aplicam as réplicas de armas de fogo que são proibidas, portanto, não se pode adquirir revólveres ou pistolas da GAMO, Daisy, Umarex, por exemplo. Qualquer arma de CO2 que não seja réplica, como os rifles Fionda por exemplo, podem ser adquiridas.

As armas de uso permitido são definidas no art. 17 do R-105:

IV.-armas de pressão por ação de gás comprimido ou por ação de mola, com calibre igual ou inferior a seis milímetros e suas munições de uso permitido;

9 - O art 16 do R-105 define as armas de uso restrito:

VIII - armas de pressão por ação de gás comprimido ou por ação de mola, com calibre superior a seis milímetros, que disparem projeteis de qualquer natureza.

 

 DECRETO N. 2.998, DE 23 DE MARÇO DE 1999

Dá nova redação ao Regulamento para a Fiscalização de Produtos Controlados (R-105).

O PRESIDENTE DA REPUBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso IV, da Constituição, e tendo em vista o disposto no Decreto n. 24.602, de 6 de julho de 1934, do então Governo Provisório, recepcionado como Lei pela Constituição Federal de 1934,

DECRETA:

Art. 1.º Fica aprovada a nova redação do Regulamento para a Fiscalização de Produtos Controlados (R-105), na forma do Anexo a este Decreto.

Art. 2.º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 3.º Ficam revogados os Decretos n. 55.649, de 28 de janeiro de 1965, e 64.710, de 18 de junho de 1969.

Brasília, 23 de março de 1999; 178.º da Independência e 111.º da República.

Subchefia para Assuntos Jurídicos

DECRETO N. 2.998, DE 23 DE MARÇO DE 1999

REGULAMENTO PARA A FISCALIZAÇÃO DE PRODUTOS CONTROLADOS (R-105)

============================================================================

CAPÍTULO III

Produtos Controlados de Uso Restrito e Permitido

Art. 15. As armas, munições, acessórios e equipamentos são classificados, quanto ao uso, em:

I - de uso restrito;

II - de uso permitido.

Art. 16. São de uso restrito:

I - armas, munições, acessórios e equipamentos iguais ou que possuam alguma característica no que diz respeito aos empregos tático, estratégico e técnico do material bélico usado pelas Forças Armadas nacionais;

II - armas, munições, acessórios e equipamentos que, não sendo iguais ou similares ao material bélico usado pelas Forças Armadas nacionais, possuam características que só as tornem aptas para emprego militar ou policial;

III - armas de fogo curtas, cuja munição comum tenha, na saída do cano, energia superior a (trezentas libras-pé ou quatrocentos e sete Joules e suas munições, como por exemplo, os calibres .357 Magnum, 9 Luger, .38 Super Auto, .40 S&W, .44 SPL, .44 Magnum, .45 Colt e .45 Auto;

IV - armas de fogo longas raiadas, cuja munição comum tenha, na saída do cano, energia superior a mil libras-pé ou mil trezentos e cinqüenta e cinco Joules e suas munições, como por exemplo, .22-250, .223 Remington, .243 Winchester, .270 Winchester, 7 Mauser, .30-06, .308 Winchester, 7,62 x 39, .357 Magnum, .375 Winchester e .44 Magnum;

V - armas de fogo automáticas de qualquer calibre;

VI - armas de fogo de alma lisa de calibre doze ou maior com comprimento de cano menor que vinte e quatro polegadas ou seiscentos e dez milímetros;

VII - armas de fogo de alma lisa de calibre superior ao doze e suas munições;

VIII - armas de pressão por ação de gás comprimido ou por ação de mola, com calibre superior a seis milímetros, que disparem projéteis de qualquer natureza;

IX - armas de fogo dissimuladas, conceituadas como tais os dispositivos com aparência de objetos inofensivos, mas que escondem uma arma, tais como bengalas-pistola, canetas-revólver e semelhantes;

X - arma a ar comprimido, simulacro do Fz 7,62mm, M964, FAL;

XI - armas e dispositivos que lancem agentes de guerra química ou gás agressivo e suas munições;

XII - dispositivos que constituam acessórios de armas e que tenham por objetivo dificultar a localização da arma, como os silenciadores de tiro, os quebra-chamas e outros, que servem para amortecer o estampido ou a chama do tiro e também os que modificam as condições de emprego, tais como os bocais lança-granadas e outros;


XIII - munições ou dispositivos com efeitos pirotécnicos, ou dispositivos similares capazes de provocar incêndios ou explosões;

XIV - munições com projéteis que contenham elementos químicos agressivos, cujos efeitos sobre a pessoa atingida sejam de aumentar consideravelmente os danos, tais como projéteis explosivos ou venenosos;

XV - espadas e espadins utilizados pelas Forças Armadas e Forças Auxiliares;

XVI - equipamentos para visão noturna, tais como óculos, periscópios, lunetas, etc;

XVII - dispositivos ópticos de pontaria com aumento igual ou maior que seis vezes
e diâmetro da objetiva igual ou maior que trinta e seis milímetros;

XVIII - dispositivos de pontaria que empregam luz ou outro meio de marcar o alvo;

XIX - blindagens balísticas para munições de uso restrito;

XX - equipamentos de proteção balística contra armas de fogo portáteis ou de porte de uso restrito tais como coletes, escudos, capacetes, etc;

XXI - veículos blindados de emprego civil ou militar.

Art. 17. São de uso permitido:

I - armas de fogo curtas, de repetição ou semi-automáticas, cuja munição comum, tenha na saída do cano, energia de até trezentas libras-pé ou quatrocentos e sete Joules e suas munições, como por exemplo os calibres .22 LR, .25 Auto, .32 Auto, .32 S&W, .38 SPL e .380 Auto;

II - armas de fogo longas raiadas, de repetição ou semi-automáticas, cuja munição comum tenha, na saída do cano, energia de até mil libras-pé ou mil trezentos e cinqüenta e cinco Joules e suas munições, como por exemplo os calibres .22 LR, .32-20, .38-40 e .44-40;

III - armas de fogo de alma lisa, de repetição ou semi-automáticas, calibre doze ou infe-rior, com comprimento de cano igual ou maior do que vinte e quatro polegadas ou seiscentos e dez milímetros, e suas munições de uso permitido;

IV - armas de pressão por ação de gás comprimido ou por ação de mola, com calibre igual ou inferior a seis milímetros e suas munições de uso permitido;

V - armas que tenham por finalidade dar partida em competições desportivas, que utilizem cartuchos contendo exclusivamente pólvora;

VI - armas para uso industrial ou que utilizem projéteis anestésicos para uso veterinário;

VII - dispositivos óticos de pontaria com aumento menor que seis vezes e diâmetro da objetiva menor que trinta e seis milímetros;

VIII - cartuchos vazios, semi-carregados ou carregados a chumbo granulado, conhecidos como "cartuchos de caça", destinados a armas de fogo de alma lisa de calibre permitido;

IX - blindagens balísticas para munições de uso permitido;

X - equipamentos de proteção balística contra armas de fogo portáteis ou de porte de uso permitido tais como coletes, escudos, capacetes, etc;

XI - veículo de passeio blindado.

Art. 18. Os equipamentos de proteção balística contra armas portáteis e armas de porte são classificados quanto ao grau de restrição - uso permitido ou uso restrito - de acordo com o nível de proteção, conforme a seguinte tabela:

NÍVEL MUNIÇÃO ENERGIA CINÉTICA
(JOULES) GRAU DE RESTRIÇÃO
I .22 LRHV Chumbo 133 (cento e trinta e três)
.38 Special RN Chumbo 342 (trezentos e quarenta e dois)
II-A 9 FMJ 441 (quatrocentos e quarenta e um) uso permitido
.357 Magnum JSP 740 (setecentos e quarenta)
II 9 FMJ 513 (quinhentos e treze)
.357 Magnum JSP 921 (novecentos e vinte e um)
III-A 9 FMJ 726 (setecentos e vinte e seis)
.44 Magnum SWC Chumbo 1411 (um mil quatrocentos e onze)
III 7,62 FMJ (.308 Winchester) 3406 (três mil quatrocentos e seis) uso restrito
IV .30-06 AP 4068 (quatro mil e sessenta e oito)

Parágrafo único. Poderão ser autorizadas aos veículos de passeio as blindagens até o nível III.

Confira as fotos

 
 
Página Inicial · A Charrúa · Galeria de Fotos · Dicas · Roteiro de Esportes · Links · Contato
Copyright 2017 ? ·  Todos os direitos reservados  ·  Desenvolvimento
While the 1591 may just be one you have not heard about replica watches sale before, it's clear it has something special going for it once you learn that it was featured on the cover of replica watches sale Christie's Geneva Important Pocket Watches and replica watches uk Wrist Watches Catalog in 2007. Its special blend of exceptionally refined aesthetics and stunningly complex inner workings make the 1591 an extremely replica watches sale desirable piece even among other historically important watches. As if that was not enough, let's add that only two, that's right, two pieces were ever made. The one sold by Christie's is, well, one of its kind being the only one housed in stainless steel, while the other rolex replica uk piece is in 18k yellow gold. And despite the fact that it was manufactured in 1944 - at an extremely early and replica watches sale war-stricken time, and also set in a material that Patek has duly avoided, this piece has even more to offer.